Uma família inusitada



Já levei alguns sustos, já fechei os olhos em alguns doramas. Mas este Família inusitada conseguiu me deixar tensa e nervosa. Até apreensiva, morrendo de medo de ver o capítulo final! Claro que quando esta reação acontece tentamos nos acalmar, pensando que é apenas uma ficção, que não precisamos ver o tal episódio. Não adiantou: adiei dois dias para assistir, fugindo para bobagens como o chinês Todos me amam.

Afinal, criei coragem e assisti. Foi bom, original e fofo.

É a história de uma família com superpoderes. A mãe tem sonhos premonitórios, uma filha voa, o filho viaja pelo passado e futuro, a neta ouve os pensamentos das pessoas. Até que aparece uma bela que muda tudo, é perseguida por uma falsa família, começa tentando dar o golpe na família. É uma obra que tem de tudo tradicional nos dramas coreanos: fogo, ano novo, viagens no tempo, bullying no colégio, agiotas, sauna. 

Enfim, são 12 episódios longos, cada um com pouco mais de uma hora. A trilha é maravilhosa, o álbum está no Spotify. O figurino não é grande coisa, tem um desfile mais ou menos. 



E o protagonista desta trapalhada é Jang Ki-yong, o mesmo do Beijo Explosivo, que é de 2025. Mas achei mais bonito no Família.  Tem 33 anos, 1m87, começou a fazer sucesso quando fez My roomate is a gumiho.

Vale ver esta família inusitada. Mesmo que as unhas fiquem meio roídas...


Elenco: 

                              Jang Ki-yong (faz o Bok Gwi-ju}

                              Chun woo-hee (é a Do Da-hae)

                                       Claudia Kim (é a irmã que voa, Bok Dong-hee)

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