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Grude de Amor: tem que ver

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Novinho na Netflix: Um Grude de Amor. Pelo titulo, parece romântico, dvertido. Não caiam nesta: tem muita violência, brigas de rua. Imaginem, o protagonista era gangster! Daqueles de usar soco ingles, com técnica de medalha de ouro no boxe. Brabérrimo. Eu mesma boto a almofada na cara nas cenas com o chefão da gang. Mas é um bom k-drama. E o elenco simplesmente conta com o querido Jung Hae-in e a linda Ha young: uma dupla/par/casal maravilhoso. Ela, eufórica, expansiva, liiiinda Ele, quase mudo, sério. Mas aquele olhar de Uma noite de primavera (não canso de ouvir a trilha, com a Rachel Yamagata, que já foi escolhida como cantora de um desfile Chanel pelo Karl Lagerfeld) dá vontade de dar um pause e ficar derretendo. Jung Hae-in deve ter penado no serviço militar, o rosto mudou muito, quase não reconheci nas primeiras cenas. É uma produção sul-coreana deste ano de 2026. São 12 episódios longos, a maioria próxima de uma hora. Definição: tem-que-ver!

Uma família inusitada

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Já levei alguns sustos, já fechei os olhos em alguns doramas. Mas este Família inusitada conseguiu me deixar tensa e nervosa. Até apreensiva, morrendo de medo de ver o capítulo final! Claro que quando esta reação acontece tentamos nos acalmar, pensando que é apenas uma ficção, que não precisamos ver o tal episódio. Não adiantou: adiei dois dias para assistir, fugindo para bobagens como o chinês Todos me amam . Afinal, criei coragem e assisti. Foi bom, original e fofo. É a história de uma família com superpoderes. A mãe tem sonhos premonitórios, uma filha voa, o filho viaja pelo passado e futuro, a neta ouve os pensamentos das pessoas. Até que aparece uma bela que muda tudo, é perseguida por uma falsa família, começa tentando dar o golpe na família. É uma obra que tem de tudo tradicional nos dramas coreanos: fogo, ano novo, viagens no tempo, bullying no colégio, agiotas, sauna.  Enfim, são 12 episódios longos, cada um com pouco mais de uma hora. A trilha é maravilhosa, o álbum está...

Destaques na plateia da Yves Saint Laurent em Paris

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  Olha só os destaques, os mais comentados no desfile da coleção masculina Yves Saint Laurent assinada pelo Anthony Vaccarello. São o James e o Martin do grupo k-pop Cortis! No Instagram, 90% dos comentários falam da dupla, que estava na fila A

Que fome: Massa/Pasta

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Cada um dos 20 episódios deste k-drama mostra pelo menos um prato de massa deslumbrante. O Massa (Netflix), no original Pasta , é  de 2010, época antes da glamurização dos agora chamados doramas. Também produzido na Coreia do Sul, conta a história de uma aspirante a Chef, que começa como auxiliar de cozinha. E que cozinha! Chega a cintilar, de tão limpa e perfeita.  A protagonista às voltas com as frigideiras na grande cozinha Parte da equipe de chefes do La Sfera Minhas cenas preferidas são justamente os momentos em que os cozinheiros sacodem as frigideiras, preparando as massas. Claro que há disputas, brigas, muitos gritos e romance. A cidade de Seul parece mais tranquila do que atualmente - afinal, a série tem 14 anos, faz uma diferença,  nota-se um transito menos engarrafado. Os homens não usam lip tint nos lábios, as mulheres pouco aparecem de saltos altíssimos. O criador de Massa foi Seo Suk-hyang.  Parte do elenco que trabalhou na coz...

Fada do levantamento de peso

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  Para mim, este é um dos k-dramas antiguinhos, foi rodado em 2016, antes da minha adesão às séries coreanas, que começaram com Holo em 2018. Mas tem sua graça, principalmente porque o elenco inclui o lindão Nam Joo-hyuk como nadador, mostrando o físico ainda em fase magrinha. A levantadora no campeonato O roteiro fala de um grupo de universitários atletas, principalmente de natação e levantamento de peso. Ainda me pergunto, isto não seria halterofilismo?  Gostei da cor do cabelo da personagem Kim Bo-jook A protagonista fala alto, grita bastante, é a Lee Sung Kyung, que faz a Kim Bo-jook .Na época do lançamento foi a pessoa mais celebrada do elenco. Confesso que nunca mais vi nada com ela. Acho que o Joo-Hyuk superou e decolou na carreira.  O figurino não é grande coisa, talvez por se tratar de uniformes. É engraçado ver que uma presilha de cabelo em forma de lacinho faz tanta diferença na história. Como sempre, há triângulo amoroso, personagens em cenas de hospi...

Cuidado com os olhos

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 Como vocês escolhem seus k-dramas? Pela indicação de uma influencer? Pelas sugestões da plataforma? Pelo tipo de roteiro? Confesso que primeiro, escolho pelo elenco. Ou melhor, pelo ator. Tenho os meus favoritos, claro.                                  Lee Jong-suk em Ouço tua voz E um deles é o Lee Jong-suk , desde que vi Romance is a bonus book , série deliciosa produzida em 2019. Portanto, a partir dele, assisti os 18 episódios de Ouço sua voz, na Netflix. Tem romance complicado, um trio hesitante e tímido. Tem violência, sangue, presídio. Muitos tribunais, julgamentos, a competição entre a promotora e a advogada, desde crianças.                                  Jung Woong-in, o vilão/vítima Yoo Sang-hyun, outro defensor público, que trabalhou junto com Lee Jong-suk em Secret Garden   Momentos comovente...

Será que vai chover²

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 Para entender o título desta postagem tem que assistir Secret Garden (Netflix). A chuva é fator importante no roteiro. Fora a história, há motivos interessantes para curtir este k-drama de 2010: O trabalho de dublês : que é assim mesmo, cheio de riscos, machucados e até mortes. Uma turma simpática, na série Uma loja de luxo , em Seul, empresa familiar. Como sempre, dirigida por avôs, sogras malvadas, diretores competitivos Um pouco dos bastidores de um show de cantor famoso E os atores! Vá lá, nem sempre destaco as atrizes, mas pelo menos cito a protagonista, Ha Ji-won , que faz a Gil Ra-im, paixão de metade do elenco masculino Mas prefiro o elenco masculino, que surpreende: Yoon Sang-hyon faz o cantor Oska. Bonito, carismático, nascido em 1973. Quer dizer, atualmente um bonito de 52 anos. Hyun Bin é o executivo Kim Joo-won , cheio de manias e problemas. Gente, quase não reconheci, o rosto mais fino, a silhueta muito mais magra.   E a graça do Lee Jong-suk , com seu 1,...

Tudo bem não ser normal

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  Atores e atrizes têm papéis cobiçados. Personagens que permitem mostrar seus talentos e quem sabe, ganhar prêmios e conquistar o público. Para as mulheres, a prostituta ou uma malvada são oportunidades deste tipo - muitas crianças preferem as madrastas e bruxas às princesas boazinhas. Para os homens, uma deficiência, uma fragilidade. No fundo, são papéis que lidam com preconceitos e possibilidades de realidades fora do normal, do fofinho, do romântico.                      Oh Jung-se, o irmão Moon Sang-tae do ator principal   Em "Tudo bem não ser normal" este é o caso do Oh Jung -se como o autista Moon Sang-tae. Que ator! Ainda por cima revela o talento de ilustrador e salva algumas situações da história. Nem se compara com a atuação da Seo Yea-ji como a difícil Ko Moon-young. Aliás, repararam quantas cores de esmalte ela usa?                   A Ko Moon-young como sempre...

Surpresinha

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Estou eu assistindo Ela era bonita, com o requisitado Park Seo John. Eis que de repente, um coadjuvante pareceu familiar: era o Siwon , o lindão do SuperJunior ! Está impagável, debochado.  A que era bonita quando menina se acha feia porque tem cabelo crespo, é a atriz Hwang Jung-eum, um tanto histérica no papel. Vale ver.

De novo, o Demônio

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Achei cômica esta cena De vez em quando bate a saudade de um kdrama. Acabei de rever o Meu Demônio Favorito, do começo ao fim. Se mais alguém vier dizendo que o Song Kang não é bom ator...vou mandar procurar outros favoritos. Porque este está na minha lista de queridos.  São só 16 episódios, sem enrolações, sempre acontece algo importante. Previsível? Claro, a Netflix costuma nos dar finais felizes (uma exceção revoltante: Love Alarm. Outra: Radiante). Mas dá sustos desesperantes.  Song Kang é o próprio Demônio, Lee Sang-yi faz a paixão,  no papel da Do Do-hee. E adoro a Seo Jung-yeon, que faz a ex-detetive hacker Da Jeong, que atriz!  Nos canais especializados corre a notícia de que teremos uma segunda temporada. Será viável   vai render? Esta primeira é tão certinha... Tirei as fotos enquanto assistia My Demon.  O foco da história no pulso dele O sorrisinho do Song Kang  

O amor mora ao lado

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  Dois grandes atores: Jung Hae in e Jung So-min. Um desperdício de talentos em um k-drama dos mais óbvios. Quais os padrões quase obrigatórios dos dramas coreanos? Um casal que começa mal. Tem. Uma doença grave? Tem. Pais que impedem namoros? Tem. Beijo só lá pelo centésimo episódio? Tem. Carregar alguém nas costas? Tem e muito. Ficarem bêbados até cair? Tem. Um quase trisal? Tem. Empurrões, tapas, voadoras? Tem de todos os tipos. Alguém vai para os Estados Unidos, fica 10 anos e tudo continua igual? Tem. Longos percursos corridos em pontes ou pelas ruas (deve ser para evitar o trânsito)? Tem. Cena nos balanços da pracinha? Tem. Enfim, há todos os "tens" dos dramas mais previsíveis da produção sul-coreana O amor mora ao lado . São 16 episódios, com viravoltas que aparecem feitas para tentar amenizar a previsibilidade. A partir do episódio 9, quando aparece a questão da doença, fica um pouco mais pesado, incômodo para quem convive com estas situações na vida real.  Mas há amb...

200 Anos de Amor

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  Acabei neste período de festas o k-drama 200 anos de Amor, na Netflix. A produção de 2017 é um pouco diferente das séries atuais, focadas em roteiros mais românticos. Este se enquadra nos temas que misturam Passado, era de Joseon, tempos modernos, amores complicados. Centrado em quatro personagens, o casal do romance, a vilã e uma protetora, o k-drama em 20 episódios é daqueles que vão pra frente e pra trás, motivando uma torcida para ver como os mocinhos vão superar o que a vilã apronta. Ainda tem a subtrama de crimes, incêndios, roubos, típica destas histórias. A vilã Sharon, o casal apaixonado Moon Soo-ho e Jung Haera e a protetora elegante Jang Baek-hee O figurino tem peças interessantes, porque a vilã é estilista. Os ambientes também surpreendem, caem para o minimalista no ateliê todo branco e na casa do protagonista. Como sempre, não curto o fundo musical quase todo o tempo, em volume acima do necessário. Principalmente se você está sem headphones, já com os travesseir...

Nascimento de uma beleza

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  Volto a contar historinhas sobre a Coréia do Sul. Claro, doramas ou k-dramas sempre ocupam o primeiro lugar.  Estou assistindo Nascimento de uma Beleza (Birth of a Beauty) na Netflix ou no Viki. São 21 episódios, produção de 2014, o protagonismo do roteiro é...a cirurgia plástica! Uma senhora casada, super chegada aos trabalhos domésticos, traída pelo marido, dada como morta, resolve mudar de vida e fazer uma recauchutagem geral. Fica linda, magra (até demais) e conquista o próprio cirurgião.  Como todo dorama deste tipo, cada episódio é uma reviravolta. Os bandidos ficam cada vez mais bandidos, a mocinha tenta proteger o amado mas deve acabar em final feliz. Ainda estou a caminho do final, mas dá para prever, como sempre acontece no tipo de dorama que é definido como romântico, de suspirar, comédia.  O figurino é razoável, um tanto exagerado, mas algumas cenas com pijamas iguais são engraçadas. Uma boa cena é a da dança do casal, em uma celebração.  Na pers...